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01 e 02 MARÇO'24

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Teatro Viriato | Mi Casa Tu Casa

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PROGRAMA DE RESIDÊNCIAS DE CRIAÇÃO
  
Iniciado em janeiro de 2023, o Teatro Viriato continua o seu Programa de Residências de Criação que procura contribuir para o desenvolvimento dos percursos dos criadores nacionais e internacionais, através de cedência de espaços de experimentação, de apoio financeiro e condições artísticas para a produção e difusão das artes performativas. Ao longo dos anos, o apoio a artistas tem sido um dos eixos fundamentais do projeto Teatro Viriato e com este programa procuramos ir mais longe e em diálogo próximo com os seus criadores.  


DANÇA // 08 a 11 JANEIRO
NYMPHALIS ANTIOPA
de PAPILLONS D’ÉTERNITÉ  (TÂNIA CARVALHO & MATTHIEU EHRLACHER)

“Nymphalis Antiopa” é uma obra de dança contemporânea que desvenda a cumplicidade criativa entre dois artistas, explorando o diálogo de contrastes e interações. O espetáculo coreográfico destaca a dança como um idioma universal, onde dois corpos se entrelaçam, desafiam o equilíbrio e a fluidez, exploram a fronteira entre movimento e imobilidade. 

Num cenário utópico, desprovido de preconceitos de gênero e expetativas sociais, os protagonistas olham-se nos olhos, dançando numa sintonia íntima e intransferível. Uma viagem emocional, acompanhada por músicas originais compostas exclusivamente para a coreografia, com uma intensidade sonora que multiplica e amplifica gestos e movimentos e que joga com as escalas de perceção de vibração, procurando criar várias camadas de experiência sensorial.


TEATRO // 05 a 16 FEVEREIRO 
POPULAR
de SARA INÊS GIGANTE

A peça “Popular” de Sara Inês Gigante, vencedora da 6ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço, marcará presença no Teatro Viriato no dia 14 de junho. A propósito disso, estará, durante duas semanas, a aprimorar os conceitos “popular”, “pop”, “popularidade” e “populismo” que guiam o seu espetáculo, no estúdio do Teatro Viriato. “Popular” acabará sempre por se questionar se poderá ter sido, ou não, popular. 


TEATRO // 12 a 22 FEVEREIRO
MÃE
de MOCHOS NO TELHADO

A companhia Mochos no Telhado estreia no Teatro Viriato a peça “MÃE”. Este trabalho junta em palco várias atrizes mães, cocriadoras, que abraçaram o desafio de refletir e questionar o processo de transformação que ocorre na vida de uma pessoa que transita para a maternidade. Com esta residência artística, terminam também o processo de criação deste projeto.


TEATRO // 26 a 29 FEVEREIRO
MADRINHAS DE GUERRA
de KELI FREITAS

Este projeto dispõe-se a investigar a participação das mulheres na Guerra Colonial portuguesa, nomeadamente através dos aerogramas criados pelo Movimento Nacional Feminino, que eram trocados entre elas e os soldados no Ultramar. Para além de se debruçar sobre essas escritas anónimas, interessa encontrar e ouvir as memórias que essas mulheres desejarem partilhar. Por meio desses encontros, será construída uma leitura crítico-afetiva da história recente de Portugal.


TEATRO e MÚSICA // 08 a 13 ABRIL
QUERO UM PIANO
de ANA MADUREIRA e VAHAN KEROVPYAN

Nesta história, que tem como um dos pontos de partida o genocídio arménio de 1915, os artistas projetam o protagonista para um cenário de espaço sideral. É que na Terra decidiu-se que não havia espaço para ele. Será que chegou ao céu para onde vão os mortos? Seja o que for, chegou pelo menos ao espaço vazio de uma terra e uma vida novas. “QUERO um PIANO” será um solo para a infância/famílias, marcado pela música e pelo humor. No Teatro Viriato, os artistas irão desenvolver pesquisa necessária à criação do espetáculo.


DANÇA // 13 a 17 MAIO
THE PROCESS OF BURNING IN REVERSE
de SÃO CASTRO

A convite da Cia de Dança de Almada, São Castro volta a criar para o elenco desta Companhia em 2024. Associando-se ao centenário da morte de Franz Kafka, a coreógrafa alia a expressão do corpo à narrativa visceral e enigmática deste escritor. Este projeto marca a continuidade de uma metodologia de trabalho, com o foco na relação entre a palavra e o corpo. 


TEATRO // 23 a 25 JUNHO
PAISAGENS INÚTEIS 
de VANDA RODRIGUES

Após uma primeira residência participativa no Teatro Viriato, em 2023, Vanda Rodrigues regressa para realizar uma segunda residência para o espetáculo “Paisagens Inúteis”. Uma residência que prepara as últimas linhas para a boca de uma intérprete e as mãos da outra de um espetáculo que acontecerá na paisagem, um espetáculo não capacitista e bilingue (língua portuguesa e língua gestual portuguesa), onde o público é também ator performativo. 


TEATRO // 01 a 06 JULHO
AURORA (OU LIVRO)
de PAULA DIOGO

O ato de leitura como ponto de partida, um espaço habitado por corpos que condicionam ou direcionam a nossa ação. Pensar e habitar o corpo como uma matéria tátil e reativa, que quando privada da visão, ativa outras formas de ler o mundo e de se relacionar com a realidade. Um projeto que aposta na construção de uma linguagem cénica baseada na relação entre corpo e espaço.


DANÇA // 15 a 19 JULHO 
ANDAR PARA TRÁS
de SARA ANJO

“Andar para trás” constrói uma fábula, uma possível história do movimento, fazendo uma caminhada ao inverso e de reverso. Traça um caminho em direção ao futuro olhando o passado e refletindo sobre a natureza invasiva e infestante da espécie humana, que explora as matérias da terra enquanto capital, levando ao esgotamento do ecossistema. Esta fábula dançada evoca um ecossistema que reflete e cria possíveis pontos de vista para o futuro.



DANÇA // 22 a 26 JULHO 
OVNI
de DALLY SCHWARZ e MARCOS AGANJU (BR)

“OVNI - objeto visível não identificado” é um cruzamento disciplinar entre imagem, dança e ambiente sonoro. Um projeto que, através do corpo e da sua relação com o material plástico de uma tenda, viaja nas noções de habitar, viver, abrigar e nascer no mundo contemporâneo.


TEATRO // 22 a 27 JULHO 
A MATANÇA DO PORCO DO PAI 
de SÓNIA BARBOSA | RITUAL DE DOMINGO 
 
Uma família. Uma comunidade. Um mundo.

Um porco para matar. O porco do pai. Um ritual ancestral que traz à tona feridas familiares.
Esta peça é sobre a memória da violência e a violência da memória. É sobre construir um futuro capaz de acolher o passado. Criação teatral com texto original de Sónia Barbosa, que prevê investigação, envolvimento de comunidades, formação artística e 5 apresentações em diferentes localidades.

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