seg a qua 19h30 | 60 min. | m/ 3 anos
Ruas da Cidade de Viseu
Entrada gratuita (mediante marcação e levantamento de bilhete na bilheteira através: e-mail bilheteira@teatroviriato.com ou telefone 232 480 110)
O caminhar, mesmo não sendo a construção física de um espaço, implica uma transformação do lugar e dos seus significados. A presença física do ser humano (em movimento) num espaço não mapeado – e o variar das percepções que daí ele recebe ao atravessá-lo – é uma forma de transformação da paisagem.
Francesco Careri
O Teatro Viriato acolhe o projeto final de 10 alunos do 3.º ano do curso de Interpretação da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa num espetáculo quase invisível. Percorrendo as ruas de Viseu, será decalcada na cidade a história de uma mulher, através do seu passeio, de braço dado com os espectadores.
Andar, ou passear, é precisamente o ponto de partida para esta performance. Um grupo de performers convida o público a segui--los num passeio onde tudo acontece: pessoas apaixonam-se, grupos musicais improvisam, gatos dançam; autocarros, carros e transeuntes fazem parte da partitura e o imprevisível é o combustível da performance; espetadores, performers e paisagem confundem-se, bebem copos, trocam vidas, cruzam-se, amam-se, encontram-se e seguem direções conjuntas ou contrárias.
Participantes Ana Barros, António Palma, Beatriz Santos, Beatriz Teodósio, Catarina Pacheco, David Costa, Diogo Fouto, Ema Garcia, Hugo Teles e Miguel Baltazar (Escola Superior de Teatro e Cinema)
Coordenação Patrícia Portela
Assistência e produção Sara Alexandra
Apoio e residência Teatro Viriato, Escola Superior de Teatro e Cinema e Prado, Associação Cultural