TEATRO
A assinalar 20 anos de carreira, Nuno Cardoso regressa aos palcos como ator. Mas regressa também a Subterrâneo, peça que interpretou em 1995, para a companhia Visões Úteis.
Partindo do texto Cadernos do Subterrâneo, de Fiódor Dostoiévski, texto que assinala o ponto de viragem na obra de Dostoiévski sobre o lugar do homem na sociedade, Subterrâneo dá voz a um homem acossado que se entrega a um discurso pleno de desencontros e contradições.
A peça é um monólogo que constantemente se reinventa como falso diálogo, com interlocutores imaginários, fingindo respostas que de imediato desmonta, num jogo de espelhos onde fuga e confronto se equivalem à solidão do palco.
Folha de sala
Partindo do texto Cadernos do Subterrâneo, de Fiódor Dostoiévski, texto que assinala o ponto de viragem na obra de Dostoiévski sobre o lugar do homem na sociedade, Subterrâneo dá voz a um homem acossado que se entrega a um discurso pleno de desencontros e contradições.
A peça é um monólogo que constantemente se reinventa como falso diálogo, com interlocutores imaginários, fingindo respostas que de imediato desmonta, num jogo de espelhos onde fuga e confronto se equivalem à solidão do palco.
Folha de sala
Informação adicional
Encenação Luís AraújoInterpretação Nuno CardosoDramaturgia Luís Araújo e Nuno Cardoso, a partir de Cadernos do Subterrâneo, de Fiódor DostoiévskiCenografia Tiago Pinhal CostaDesenho de luz Rui MonteiroSonoplastia Pedro AugustoCoprodução CCVF, Centro de Artes de Ovar e Theatro CircoApoios Staedtler, Anjos UrbanosDireção de produção Pedro JordãoProdução executiva Alexandra Novo
© Sara Pazos
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