Conteudo

02, 03 mar 2018

SOPRO

TEATRO

O que aconteceria se um teatro se desmoronasse e nos seus escombros só encontrássemos um sobrevivente: o ponto? A protagonista de Sopro não é uma atriz mas uma mulher chamada Cristina Vidal, que trabalha como ponto no D. Maria II, há mais de vinte e cinco anos. Acompanhada em palco por cinco atores e centenas de fantasmas, esta guardiã de uma profissão em vias de extinção vai evocar as histórias reais e ficcionais de um teatro agora em ruínas. Que teatro habita a sua imaginação e a sua memória? Que mundo nos pode dar a ver usando apenas o seu sopro invisível?
Sopro estreou no Festival de Avignon em França. 
Texto e encenação Tiago RodriguesCom Beatriz Brás, Cristina Vidal, Isabel Abreu, João Pedro Vaz, Sofia Dias e Vítor RorizCenografia e desenho de luz Thomas WalgraveFigurinos Aldina JesusSonoplastia Pedro CostaAssistente de encenação Catarina Rôlo SalgueiroProdução TNDM IICoprodução ExtraPôle Provence-Alpes-Côte d'Azur, Festival d'Avignon, Théâtre de la Bastille, La Criée Théâtre national de Marseille, Le Parvis Scène nationale Tarbes Pyrénées, Festival Terres de Paroles Seine-Maritime - Normandie, Théâtre Garonne scène européenne e Teatro ViriatoApoio Onda
Este site utiliza cookies da Google para disponibilizar os respetivos serviços e para analisar o tráfego. O seu endereço IP e agente do utilizador são partilhados com a Google, bem como o desempenho e a métrica de segurança, para assegurar a qualidade do serviço, gerar as estatísticas de utilização e detetar e resolver abusos de endereço.