Dança
"Da abstração e da poética que definem Du Don de Soi, emana a beleza do corpo unido e uma vigorosa sensação de comunidade". (Ver notícia na íntegra!)Paula Varanda, Ípsilon, Público
Convidado a criar uma coreografia para a Companhia Nacional de Bailado, a partir do universo cinematográfico de Andrei Tarkovsky, considerado um dos melhores cineastas do século XX, Paulo Ribeiro volta a surpreender como a melhor peça de dança do ano, entre todas as que foram apresentadas em Portugal em 2011. A mais recente composição coreográfica de Paulo Ribeiro aparece destacada em relação a trabalhos de outros nomes grandes da dança internacional, como Jerôme Bel, Josef Nadj ou Boris Charmatz. Uma distinção feita pelos críticos de arte e cultura do jornal Público que, no suplemento Ípsilon elencaram o que de melhor foi feito ou apresentado em Portugal no ano que agora termina. Em Du Don de Soi, o coreógrafo mergulha num universo distinto, desafiando-se a abraçar um registo mais lento, diferente do movimento nervoso a que habituou o seu público. Nesta homenagem a Tarkovsky conduz um grande coletivo de intérpretes que se deixam absorver por uma espécie de caos harmonioso, enquadrado por belas e inspiradoras paisagens.
Fazedor de pura poesia do corpo, Paulo Ribeiro mantém-se fiel à dimensão poética de Tarkovsky, numa coreografia repleta de matéria espiritual e de um movimento suave, mas intenso, que transporta e move quem vê.
Convidado a criar uma coreografia para a Companhia Nacional de Bailado, a partir do universo cinematográfico de Andrei Tarkovsky, considerado um dos melhores cineastas do século XX, Paulo Ribeiro volta a surpreender como a melhor peça de dança do ano, entre todas as que foram apresentadas em Portugal em 2011. A mais recente composição coreográfica de Paulo Ribeiro aparece destacada em relação a trabalhos de outros nomes grandes da dança internacional, como Jerôme Bel, Josef Nadj ou Boris Charmatz. Uma distinção feita pelos críticos de arte e cultura do jornal Público que, no suplemento Ípsilon elencaram o que de melhor foi feito ou apresentado em Portugal no ano que agora termina. Em Du Don de Soi, o coreógrafo mergulha num universo distinto, desafiando-se a abraçar um registo mais lento, diferente do movimento nervoso a que habituou o seu público. Nesta homenagem a Tarkovsky conduz um grande coletivo de intérpretes que se deixam absorver por uma espécie de caos harmonioso, enquadrado por belas e inspiradoras paisagens.
Fazedor de pura poesia do corpo, Paulo Ribeiro mantém-se fiel à dimensão poética de Tarkovsky, numa coreografia repleta de matéria espiritual e de um movimento suave, mas intenso, que transporta e move quem vê.
Informação adicional
Coreografia Paulo RibeiroMúsica Franghiz Ali-ZadehDireção de Imagem Fabio Iaquone e Luca AttiliiFigurinos José António TenenteDesenho de Luz Nuno MeiraProdução Companhia Nacional de Bailado
Crédito da Fotografia IAQUONEATTILIISTUDIO
Crédito da Fotografia IAQUONEATTILIISTUDIO