Circo contemporâneo
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Reconhecida pelo programa Jeunes Talents Cirque Europe (2010), um dos maiores promotores de novos artistas na área do novo circo, Circuits Fermés é uma peça marcada por uma linguagem alicerçada no malabarismo e no corpo, que retrata as relações de codependência que, em sociedade, os indivíduos desenvolvem entre si. Em palco, dois intérpretes envolvem-se num circuito fechado, governado pelas suas próprias regras de operação e lógica interna.
DeFracto é uma nova companhia de artes performativas, dedicada ao malabarismo e centrada na criação de impressões visuais, padrões abstratos feitos de pontos, de linhas e de objetos em movimento. Um trabalho que se preocupa principalmente com a composição no espaço e no tempo.
Folha de sala (pdf)
Reconhecida pelo programa Jeunes Talents Cirque Europe (2010), um dos maiores promotores de novos artistas na área do novo circo, Circuits Fermés é uma peça marcada por uma linguagem alicerçada no malabarismo e no corpo, que retrata as relações de codependência que, em sociedade, os indivíduos desenvolvem entre si. Em palco, dois intérpretes envolvem-se num circuito fechado, governado pelas suas próprias regras de operação e lógica interna.
DeFracto é uma nova companhia de artes performativas, dedicada ao malabarismo e centrada na criação de impressões visuais, padrões abstratos feitos de pontos, de linhas e de objetos em movimento. Um trabalho que se preocupa principalmente com a composição no espaço e no tempo.
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Informação adicional
Direção e interpretação Guillaume Martinet e Minh Tam KaplanDesenho de som David MaillardConsultoria artística Audrey JacquiotDesenho de luz Dominique MaréchalCenografia Marie O RouxProdução Compagnie deFractoCircuits Fermés é um dos projetos do Jeunes Talents Cirque Europe 2009-2010
© Pierre Morel
© Pierre Morel