TEATRO
sex 21h30 Na estrada (da vida) + O mar (e de rosas)
sáb 21h30 As árvores (dos desgostos) + A escuridão ao fim da estrada
Molière não foi o único autor a dedicar-se à figura de D. João. Ao longo dos séculos, o libertino inspirou obras de Tirso de Molina, Lord Byron e, talvez a mais famosa de todas, a ópera Don Giovanni, de Mozart. Luis Miguel Cintra parte de uma tradução de cordel portuguesa do séc. XVIII, anónima e em que o nome do dramaturgo francês é omisso, e evoca um conjunto de referências culturais e artísticas de vários tempos para construir um espetáculo em que D. João é, mais do que europeu, verdadeiramente português. Construído ao longo de 2017 em quatro cidades, Montijo, Setúbal, Viseu e Guimarães, o espetáculo acompanha o percurso em fuga de D. João e do seu fiel criado Esganarelo, como se de um road movie se tratasse. A vida vai-se revelando no contacto de ambos com as mais diversas realidades, da mais densa reflexão filosófica à entrega aos prazeres mais simples. Constante, porém, é a busca pela total liberdade por parte do protagonista, que tenta escapar a tudo aquilo que possa impedi-lo de viver como bem lhe apetece. Existe, ainda assim, um único limite que talvez não lhe seja possível transpor: a morte.
sáb 21h30 As árvores (dos desgostos) + A escuridão ao fim da estrada
Molière não foi o único autor a dedicar-se à figura de D. João. Ao longo dos séculos, o libertino inspirou obras de Tirso de Molina, Lord Byron e, talvez a mais famosa de todas, a ópera Don Giovanni, de Mozart. Luis Miguel Cintra parte de uma tradução de cordel portuguesa do séc. XVIII, anónima e em que o nome do dramaturgo francês é omisso, e evoca um conjunto de referências culturais e artísticas de vários tempos para construir um espetáculo em que D. João é, mais do que europeu, verdadeiramente português. Construído ao longo de 2017 em quatro cidades, Montijo, Setúbal, Viseu e Guimarães, o espetáculo acompanha o percurso em fuga de D. João e do seu fiel criado Esganarelo, como se de um road movie se tratasse. A vida vai-se revelando no contacto de ambos com as mais diversas realidades, da mais densa reflexão filosófica à entrega aos prazeres mais simples. Constante, porém, é a busca pela total liberdade por parte do protagonista, que tenta escapar a tudo aquilo que possa impedi-lo de viver como bem lhe apetece. Existe, ainda assim, um único limite que talvez não lhe seja possível transpor: a morte.
Informação adicional
Intérpretes André Reis, Bernardo Souto, Dinis Gomes, Diogo Dória, Duarte Guimarães, Guilherme Gomes, Joana Manaças, João Jacinto, João Reixa, Leonardo Garibaldi, Levi Martins, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Maria Mascarenhas, Nídia Roque, Rita Durão, Sílvio Vieira e Sofia MarquesDramaturgia e encenação Luis Miguel CintraDireção de produção Levi MartinsAssistência de produção e encenação Maria MascarenhasLuz e som Rui SeabraIlustração André ReisCoprodução Companhia Mascarenhas-Martins, Teatro Viriato e Centro Cultural Vila Flor