TEATRO
PROGRAMAÇÃO · TRI-CICLO
Em Nothing's ever yours to keep, Sofia Dinger reflecte sobre o processo de perda e construção de cada pessoa e sobre situações, coisas e momentos que ninguém guarda para sempre. Como a despedida de um pai.
Na performance, a artista revela uma específica tarde em que ensinou o pai a despedir-se dela, ou melhor, a cantar para se despedir dela ao som de Tom Waits e do verso Daddy's never coming back.
Tentativa de fixar um ataque de pânico em algo vagamente doce, Nothing's ever yours to keep é uma resenha da inversão de tempos, das contradições, das simultaneidades, das observações, das horas e das lembranças da artista.
Em Nothing's ever yours to keep, Sofia Dinger reflecte sobre o processo de perda e construção de cada pessoa e sobre situações, coisas e momentos que ninguém guarda para sempre. Como a despedida de um pai.
Na performance, a artista revela uma específica tarde em que ensinou o pai a despedir-se dela, ou melhor, a cantar para se despedir dela ao som de Tom Waits e do verso Daddy's never coming back.
Tentativa de fixar um ataque de pânico em algo vagamente doce, Nothing's ever yours to keep é uma resenha da inversão de tempos, das contradições, das simultaneidades, das observações, das horas e das lembranças da artista.
Informação adicional
Concepção e Interpretação Sofia Dinger
Crédito da Fotografia Catarina Vaz
Apresentado no âmbito da rede de programação cultural 5 SentidosAcção co-financiada por MaisCentro, QREN e União Europeia
Crédito da Fotografia Catarina Vaz
Apresentado no âmbito da rede de programação cultural 5 SentidosAcção co-financiada por MaisCentro, QREN e União Europeia